Nebraska Center for Virology: Faculty Publications

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Document Type

Article

Date of this Version

10-15-2022

Citation

Hematol Transfus Cell Ther. 2022 Oct; 44: S675.

doi: 10.1016/j.htct.2022.09.1159

PMCID: PMC9704489

Abstract

O desenvolvimento de novas abordagens que permitam a avaliação precoce de quais casos de COVID-19 provavelmente se tornarão críticos e a descoberta de novos alvos terapêuticos são importantes. Neste estudo de coorte, foi avaliado o perfil proteômico e laboratorial do plasma de 163 pacientes internados no Hospital Estadual de Bauru (Bauru, SP, Brasil) entre 4 de maio e 4 de julho de 2020, que foram diagnosticados com COVID-19 por RT-PCR a partir de amostras de swab nasofaríngeo amostras. Amostras de plasma foram coletadas na admissão para análises laboratoriais de rotina e análise proteôomica quantitativa shotgun livre de marcadores. De acordo com o curso da doen ça, os pacientes foram divididos em 3 grupos: a) Sintomas leves, com alta sem interna ção em unidade de terapia intensiva (UTI) (n=76); b) Sintomas graves, alta após admissão em UTI (n=56); c) Críticos, faleceram após admissão em UTI (n=31). Os glóbulos brancos e os neutrófilos foram significativamente maiores em pacientes graves e críticos em compara ção com os leves. Os linfócitos foram significativamente menores nos pacientes críticos em rela ção aos leves e as plaquetas foram significativamente menores nos pacientes críticos em rela ção aos leves e graves. Ferritina, TGO, uréia e creatinina foram significativamente maiores nos pacientes críticos em rela ção aos leves e graves. Albumina, CPK, LDH e dímero D foram significativamente maiores nos pacientes graves e críticos em compara ção aos leves. A PCR foi significativamente maior em pacientes graves em compara ção com os leves. A análise proteómica revelou mudan ças marcantes entre os grupos nas proteínas plasmáticas relacionadas à ativa ção do complemento, coagula ção sanguínea, resposta inflamatória aguda e resposta imune. Pacientes críticos apresentaram níveis mais elevados de proteínas associadas CLEC4, CCL24, SAA1, SAA2, 2-M, PCR e níveis reduzidos de proteínas associadas ao sistema imune e complemento, como CD5L e VDBP, AHSG e PGLYRP2. Pacientes com sintomas leves apresentaram maiores níveis de proteínas protetoras, como PGLYRP2, APOH e PON-1. Nossos resultados indicam várias proteínas plasmáticas envolvidas na patogênese da COVID-19 que podem serúteis para predizer o prognóstico da doen ça quando analisadas na admissão dos pacientes no hospital. A valida ção de algumas destas. Confirmando-se o seu papel, as vias envolvendo estas proteínas podem ainda ser novos alvos terapêuticos em potencial para a COVID-19.

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